motor ktm 390

Medida que já pode estar em desenvolvimento junto à Bajaj seria uma resposta da marca para adaptar-se às legislações de emissões e aos rivais.

A KTM parece estar prestes a aposentar um de seus motores mais longevos, já que os dias do monocilíndrico de 390 cc parecem estar contados. Por mais de uma década, o 390 tem sido a espinha dorsal da linha A2 leve da KTM, sustentando as vendas globais de motos como a Duke, RC390, 390 Adventure, Enduro R e 390 SMC R.

Lançado inicialmente em 2013 como um motor monocilíndrico de 373 cc, o motor cresceu para 399 cc na versão LC4c em 2024 e agora equipa a mais recente geração das 390 Duke e Adventure. No entanto, com o escopo limitado para desenvolvimento futuro devido às regulamentações cada vez mais rigorosas, relatos da Índia sugerem que a KTM está se preparando para seguir em frente e, mais uma vez, conta com a parceria de longa data com a Bajaj para concretizar essa mudança.

Espera-se que o substituto seja um motor bicilíndrico paralelo, provavelmente na categoria abaixo de 500 cc. Embora não haja detalhes técnicos confirmados, a potência certamente visará o limite da categoria A2, ou seja, algo em torno de, ou ligeiramente acima, dos 45 cv produzidos pelo atual motor LC4c, que por sua vez está um pouco abaixo do limite de 47 cv da categoria A2.

KTM RC390

Essa mudança alinharia a KTM com grande parte do atual mercado A2, onde os motores bicilíndricos são cada vez mais comuns. Entre os concorrentes que já atuam nesse segmento estão a Honda, com a CB500 Hornet, a CBR500R e a NX500, a BMW, com a F450 GS, e a Kawasaki, que anteriormente oferecia a KLE500 na mesma faixa de cilindrada.

Quanto ao cronograma, não espere nada iminente. Os primeiros protótipos podem aparecer na edição de 2027 do EICMA, embora seja mais provável que as motos prontas para produção surjam em 2028.

Fonte: Visor Down

Moto Adventure, a Revista dos Melhores Motociclistas.

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