“Mulher Maravilha” do off road conta um pouco da sua vivência no universo das competições de rali

Texto: Redação
Fotos: Divulgação

Roberlena Morais

Poeira, lama e adrenalina podem parecer coisas conectadas unicamente ao universo masculino. Mas, lá no meio da trilha, ela passa de pé colado, acelerando entre o canavial e se destacando tanto pela habilidade como pelo estilo de seu Polaris RZR, ultra feminino. Quem fica para trás, avista a placa da “mulher maravilha” sumindo na trilha.

“Sou uma das únicas mulheres que encaram as competições. Participo de quase todos os campeonatos no Brasil”, conta Roberlena Morais, uma arquiteta que acelera há 23 anos na terra, e há 3 trocou o jipe pelo UTV. “Sempre fui navegadora do Marcelo Carqueijo, meu marido. Quando lançaram o Polaris RZR, eu não tive dúvidas! Quis ficar atrás do volante! Ele é muito diferente do jipe, ignora os obstáculos! Eu costumo dizer que ele flutua nas pedras, de tão leve. Mas, isso exige muito treino também. Porque a técnica é completamente diferente do jipe. Sem contar o custo de manutenção… bem mais barato”.

Extremamente competitiva, Ro, como é chamada, leva os ralis a sério e se cobra pelos resultados. “Fico muito brava comigo mesma quando eu perco. Já saio da corrida analisando tudo até eu descobrir onde errei. E treino bastante”. A parceria com o marido também ajuda na disciplina. Marcelo é referência em se tratando de ralis. E, com certeza, a Ro foi uma aluna dedicada e leva para a pista todas dicas aprendidas com ele. “Participo das provas de igual para igual com os homens, não quero colher de chá! Quero vencer por merecimento!”, acrescenta.

Agora, o Polaris da Ro vai mudar de cara. Com o lançamento do RZR XP Turbo S, ela já está na fila para garantir o “passaporte” para as aventuras.

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